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23 de abril de 2020

Dados, Informação, Ciência e Tomada de Decisões

Uma imagem contendo equipamento, peças de metal, pássaro, cinza

Descrição gerada automaticamente
Tomando Decisões

Por que precisamos de gerenciamento baseado em evidências?

Hoje, 20/04/2020,  ao ver a manchete em um jornal de grande circulação, “Nos estados, reabertura dos negócios é planejada a partir de dados” começo a acreditar que realmente as pessoas, profissionais de saúde, ciência, começam a entender, ou melhor, são forçados a entender,  o poder dos dados, seguidos de informações que compõe o conhecimento para a tomada de decisão sem vieses.

Segundo a matéria, “Em sete estados que já traçam planos para reduzir o distanciamento social, os critérios incluem medidas como monitoramento dos leitos de UTI, testagem da população e regras de conduta para reabertura dos negócios em meio à pandemia do coronavírus.

O que fazer?

Diante da difícil situação passageira, governadores entenderam que não se trata de um trade-off, trocar vida de idosos por população com mais tempo de vida e produção e sim trabalhar os dados, informações críveis, ciência para tomadas de decisões mais assertivas e competentes e com menos riscos.

Gestão baseada em dados e análises críticas

Um dos governadores afirmou, a abertura será com base em evidências científicas e respeito às particularidades de cada região — disse, acrescentando que ela deve começar pelo interior, pois a Grande Porto Alegre tem 65% dos casos de Covid-19 no estado. O governo usará um software para monitorar o risco de descontrole da pandemia nos 853 municípios.

Para Regina Esteves, diretora-presidente da Comunitas, ONG para inovação na gestão pública, critérios científicos e técnicos devem nortear os acordos com a iniciativa privada. A ONG assessora os governos de Goiás e Pará, a partir de referências como os parâmetros da OMS e as experiências de Estados Unidos e Europa.

https://oglobo.globo.com/brasil/nos-estados-reabertura-dos-negocios-planejada-partir-de-dados-24382496

Dados para o Marketing

Esses tempos sem precedentes também significam que as estratégias de marketing tradicionais não são mais as melhores e você precisa refazer a estratégia. Os dados podem ser um aliado poderoso para ajudá-lo a responder adequadamente durante o coronavírus e sair da crise para uma posição de força.

Além disso, ele pode permitir que você remova a incerteza, entenda melhor a dinâmica do mercado e do cliente, entenda seu desempenho em relação aos concorrentes e dê a você confiança para agir. Mas isso só pode ajudar dessa maneira se você se inclinar para suas habilidades analíticas.

Algumas decisões em Marketing

Aqui estão os conselhos de Melissa Furze, Diretora Global de Marketing Insights do LinkedIn: “Observe os dados em todas as facetas da sua empresa, desde dados de desempenho de campanha e participação de mercado até desempenho de marca e defesa de funcionários.

Fazer isso ajudará você a entender como a sua empresa está sendo impactada e a identificar prioridades para você e sua equipe”

Gerenciamento baseado em evidências

No pós graduação que estou desenvolvendo no CRIE-UFRJ- COPE de WEB Intelligence e Análise de Dados, tive o prazer de participar de palestra on line sobre “Por que precisamos de gerenciamento baseado em evidências? Com o profissional Leo Gryner, especialista em Tomada de Decisão, aproveitando o mote da saúde e abordando o conceito de gestão na saúde baseado em evidências, trazendo para a realidade corporativa.

Sua abordagem foi clara e reforçou como e devemos trabalhar no sentido de: Por que precisamos de gerenciamento baseado em evidências?

Conceitos do Gerenciamento da Gestão baseado nas evidências

Aprofundando na literatura, o gerenciamento baseado em evidências é a prática de tomar decisões gerenciais e relacionadas às pessoas com o uso de pensamento crítico e a melhor evidência disponível.

A prática baseada em evidências tem suas origens no campo da medicina, mas se espalhou rapidamente para outras disciplinas, como educação, enfermagem, criminologia e políticas públicas.

Falaremos em outro post sobre os estudos baseado em evidências sobre a área de RH, gestão comportamental, liderança, saúde e segurança, etc.

O poder das redes de dados

Existem redes compartilhando dados também para auxiliar na retomada empresarial, como a: Frente, da FDC, : https://emfrente.fdc.org.br, que conecta mentores a empreendedores individuais, trabalhadores informais e empreendedores populares, e a Inventos.Connect, plataforma que conecta contratantes a pessoas que perderam seus empregos com as demissões em massa pela crise da COVID-19.  https://www.inventos.education/covid19

Com as mudanças de consumo provocadas pelo isolamento físico, empresas com uma atuação mais tangível, como montadoras de carro, por exemplo, estão investindo em ações de responsabilidade social, que ajudam a alavancar a imagem (bem intangível) junto à sociedade.

Atitudes empreendedoras

Uma rede voluntária composta pela ArcelorMittal, Fiat Chrysler Automóveis, Ford, General Motors, Honda, Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Poli-USP, Jaguar Land Rover, Renault, Scania, Toyota, Vale, Volkswagen do Brasil e Senai está realizando a manutenção de ventiladores pulmonares.

Visão das Indústrias

De acordo com a CNI, mais de 3,6 mil ventiladores pulmonares estão fora de operação atualmente no Brasil, seja porque foram descartados ou têm necessidade de manutenção. Segundo os dados, existem 65.235 desses equipamentos no país, sendo 17.837 na rede privada e 47.398 no Sistema Único de Saúde (SUS). A estimativa é que cada ventilador recuperado poderá atender até dez pessoas. http://senai.br/respiradores

O que você poderá fazer com as suas informações

Produtos para a utilização da Informação

Nós da Duplo Foco, temos trabalhado no desenvolvimento de ferramental simples de captura, manuseio para utilização no dia a dia dos negócios, sua importância junto a parcerias no mercado a fim de não só de “desmistificar a utilização do uso cada vez mais necessário” assim como as “dificuldades” de custos e a ‘não’ necessidade e/ou percepção de se trabalhar os dados, informações e conhecimento.

O comportamento sobre a utilização também ajuda e muito!

 Comportamento para utilização da Informação

Hábitos de informação, principalmente no ambiente eletrônico, indicam que simplicidade, atratividade, imagens e imediatismo dominam o uso da informação. Essa é a razão por que os modelos de competência em informação enfatizam a navegação, a personalização e a visualização.

 Ao serem orientados, os indivíduos modificam o modo de analisar a informação, seu estilo de comportamento quanto ao uso da informação e as habilidades práticas de processamento de informações.

Isso favorece o desenvolvimento e as adaptações de horizontes de informação dos usuários e das suas estratégias em ambientes informacionais.

Mercado da Informação

Mercado de trabalho para o uso da informação

Em “mudanças do ambiente interno e externo” é que o cliente está interessado. Essa capacidade de prever cenários possíveis é muito importante para o planejamento estratégico de qualquer tipo de organização.

O analista de informação não só apresenta os cenários como sugere caminhos a seguir.

Imagine que você é dono de um Café, e tem um funcionário só pra te dizer qual é o tipo de grão mais tomado, qual tipo de café as mulheres entre 25 e 34 anos preferem, te dando uma série de relatórios para você direcionar suas campanhas publicitárias e até mesmo subsídios para criação de um  novo produto.

Nada mal, não é mesmo? Você pode ser esse funcionário ou o orientador de marketing de informações.

Dados como fonte de negócios e decisões para investir recursos

A Duplo Foco entende e é sensível ao tratamento de dados no aspecto simples da captura à sua real utilidade como ativo intangível, ou seja, a pandemia acelerou o que já vínhamos observando: os ativos intangíveis têm se tornado mais importantes do que os tangíveis para a criação de valor e são atualmente considerados fatores centrais para o crescimento econômico e a competitividade de empresas e nações.

Segundo artigo de Robert Thomas, publicado na Harvard Business Review, “a maioria dos ativos intangíveis é real, mas invisível, e a capacidade invisível mais importante é a capacidade (ou, talvez melhor, a probabilidade) de colaborar. Artigo “Collaboration as an Intangible Asset”, publicado na Harvard Business Review (em inglês)  https://hbr.org/2011/06/collaboration-as-an-intangible

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