3ª Força de Porter – Qual é o poder de barganha dos fornecedores? Parte 2

3ª Força de Porter – Qual é o poder de barganha dos fornecedores? Parte 2

Como vimos, ter poucos fornecedores pode ser um grande problema para sua empresa, pois a deixa suscetível a receber pressões forçadas de fornecedores.
Através da Gestão de Risco, mapeando corretamente seus processos, a sua empresa irá reduzir muito esta “dependência” de seus fornecedores
Imagine que por uma fatalidade seu único fornecedor passe por um processo de falência. Como lidar com essa falta? E se, caso esse fornecedor resolva subir muito seus preços, ou ainda alterar para mais seus prazos de entrega? Como lidar com o repasse para os seus clientes? Não é possível que isso seja totalmente repassado, mas também não se pode sofrer prejuízo encarando todo o encargo.
Ter mais fornecedores é uma estratégia na sua cadeia de valor!!
Além disso, o fornecedor pode ainda ter uma oferta irrecusável e optar por também – ou unicamente – seu concorrente. Como lidar com isso, já que os produtos ou serviços serão igualados ou ainda pior: prejudicados?
Há sim empresas que são únicas no mercado, ou ter contratos de exclusividade; o que passa a dificultar o poder da empresa em ter opções, deixando-a escrava de determinado fornecedor para que possa subsistir.
Como então não ficar à mercê de seus fornecedores?
É preciso que se busque todas as possibilidades disponíveis no mercado, ampliando o leque de fornecedores para que não prejudique suas vendas. Quanto mais fornecedores tiver, maior o poder de barganha da empresa e menor as chances de perder vendas por falta de insumos.
Não se acomode com condições pré existentes de prazo, preço e outras facilidades; o seu fornecedor tem que ter o comprometimento com a sua empresa e seus prazos!
Depender exclusivamente de um ou outro fornecedor não permite que a empresa busque os melhores serviços, preços e prazos que atendam suas necessidades. Ao ter como negociar, não apenas fica mais seguro quanto a receber aquilo que precisa, como também consegue repassar isso à seus clientes de maneira mais eficiente.
Uma empresa não pode correr o risco de ficar na mão de seus fornecedores.
Esses estão aí para auxiliar na sua produção, e não para se tornar um empecilho. Devem então ser bem estudados e ter alternativas para não sofrer surpresas no futuro.
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GERALDO VEIGA

Diretor Executivo da Duplo Foco

Diretor Executivo da Duplo Foco
Construiu sua carreira profissional entre São Paulo e Rio de Janeiro, nas áreas de serviços Financeiros, Construção Civil, Bens de Consumo, Telecomunicações e Tecnologia da Informação. Possui mais de 25 anos de atuação empresarial definindo e implantando ações de estratégias empresariais em Marketing e Finanças. Administrador pela Escola Superior de Administração de Negócios (FEI-SP), com MBA em Marketing de Serviços e MBA em Gestão de Negócios TI pela FGV-RJ. É Mestre em Administração de Empresas pelo Ibmec-RJ (MsC) com especialização pela UFRJ- Coope-Crie em Web Intelligence e Analítica de Dados. Atualmente produzindo artigos na linha de pesquisa do campo da gestão e visualização de dados para empresas e novos produtos.

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