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30 de agosto de 2012

Os três processos-chave da Execução (parte 2)

Além de ter um pessoal com tarefas bem divididas e que saibam executa-las, é também necessário que se tenha um bom processo de estratégia e de operações.

 

Um bom planejamento estratégico deve ser aquele no qual os líderes podem se basear para atingir os objetivos propostos e isso se dá através de constante avaliação de como seus elementos estão sendo realizados. Pessoal capacitado, elementos bem definidos, estratégia corporativa, formalização da estratégia adotada. Tudo isso é fundamental para que aquilo que foi definido seja de fácil execução.

 

Uma vez os pontos anteriormente expostos bem definidos, temos finalmente o processo da operação, que é como tudo isso será executado. É a operação que indica o caminho para que o planejamento seja seguido à risca; é ele quem liga tudo e dá forma àquilo que foi idealizado. Empresas que seguem corretamente o caminho da execução possuem um processo operacional consistente e que liga estratégia e pessoas a resultados. Planejamento sem resultados não é nada. Assim, cabe ao líder no plano operacional assumir a responsabilidade pela supervisão da transição daquilo que se foi planejado para a prática, estabelecendo objetivos, liderando revisões, ensinando as pessoas a executar e interligando processos.

 

O líder tem mais uma vez papel fundamental em estabelecer as metas, planos de ação e desenvolver o plano estratégico levando em conta tudo aquilo que faz parte da empresa: sua missão, valores, mercado, clientes e pessoal. Deve portanto estar atento a tudo isso como que em uma engrenagem: se um ponto falhar, os demais também saem prejudicados.

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